terça-feira, 25 de outubro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
Dormir pouco engorda, concluem cientistas
Um estudo do Instituto Francês para a Nutrição (IFN) revela que dormir pouco influi diretamente no aumento de peso, assim como na aparição de doenças metabólicas e cardiovasculares.
Demonstramos que uma redução do sono diminui a retenção do hormônio leptina - limitador do apetite - e aumenta a da grelina - que dá sensação de fome", afirma a doutora em neurociência do IFN Karine Spiegel, no relatório.
Desta forma, as pessoas que não dormem bem sofrem um aumento de 24% no
apetite, especialmente de alimentos ricos em gorduras e açúcares.
Spiegel destaca que, devido ao cansaço, esses pacientes diminuem
significativamente seu nível de atividade física, praticamente anulando o
gasto de energia e desequilibrando a balança energética, já que contam
com mais horas disponíveis para comer.
Cerca de 45% das pessoas entre 25 e 45 anos afirmam não dormir o
suficiente, e 17% acumulam sono crônico, segundo um estudo publicado em
março pelo Instituto Nacional de Prevenção e Educação para a Saúde
(Inpes) da França.
A falta de sono desencadeia "verdadeiras epidemias de obesidade", e
inclusive, doenças metabólicas como o diabetes, segundo Spiegel. Por
isso, a especialista acredita ser "pertinente" acrescentar nas
prescrições de regime para pacientes obesos conselhos de comportamento
relativos ao sono.
O professor de psicologia do IFN Patrick Lévy afirma que a obesidade tem
relação direta com a síndrome da apnéia obstrutiva do sono,
caracterizada pelas repetidas interrupções da respiração durante o sono.
Essa síndrome é provocada pela acumulação de gordura na região do
pescoço, impedindo a passagem do ar pela faringe em direção aos pulmões.
Lévy diz que nos obesos pode-se observar uma "resistência à leptina",
ainda mais notável no caso dos pacientes com apnéia, o que explicaria o
risco destas pessoas de adquirir doenças cardiovasculares.
informações de: www.terra.com.br
Mandamentos do bom sono!
1) Procurar dormir, no máximo, sete horas por noite;
2) Deitar-se apenas quando estiver com sono;
3) Evitar café, chá, colas, guaraná ou medicamentos que contenham cafeína;
4) Evitar bebidas alcoólicas no mínimo seis horas antes de dormir;
5) Não fumar pelo menos nas seis horas que antecedem o horário de dormir;
6) Não comer nem fumar nem beber álcool no meio da noite;
7) Evitar refeições pesadas antes de dormir;
8) Evitar sonecas durante o dia;
9) Fazer exercícios físicos no máximo de quatro a seis horas antes de dormir e de preferência ao ar livre;
10) Procurar maior exposição à luz solar logo pela manhã e no final da tarde;
11) Reservar 20 ou 30 minutos, quatro horas antes de dormir para “resolver” os problemas que possam ser resolvidos;
12) Escrever num pedaço de papel, quatro horas antes de dormir, as preocupações e tensões que estejam perturbando seu sono;
13) Tomar, duas horas antes de dormir, um banho quente durante quinze ou vinte minutos;
14) Ingerir um copo de leite e/ou derivados e um pouco de carboidratos antes de dormir;
15) Manter os pés aquecidos;
16) Não colocar relógios de qualquer espécie no quarto de dormir;
17) Reservar o quarto somente para dormir;
18) Levantar-se após vinte ou trinta minutos deitado sem ter conseguido dormir;
19) Procurar distrair-se fora do quarto, com alguma atividade relaxante, se não estiver conseguindo dormir;
20) Manter horários constantes mesmos nos finais de semana.
informações de: www.terra.com.br
informações de: www.terra.com.br
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Arquitetura do Sono
Arquitetura do Sono
Os seres humanos, como os ursos, também hibernam, só que nós
hibernamos todos os dias. Queiramos ou não, somos obrigados a passar
horas dormindo para poder enfrentar a lida do dia seguinte.
O sono respeita uma arquitetura mais ou menos rígida. Nos momentos
iniciais, o tronco cerebral vai sendo desligado gradativamente e nós
saímos da fase de vigília. Essa é a fase dos trancos musculares. Sem
muita noção do que está acontecendo, imaginamos que pisamos num buraco e
damos um pulo na cama.
O cérebro não é capaz de distinguir o sonho da realidade. Por isso, é
muito importante que os músculos deixem de contrair durante o sono.
Caso contrário, poderíamos passar a noite lutando contra inimigos
imaginários. Passo seguinte: a atividade cerebral diminui até atingir um
grau mínimo. É a fase do sono profundo. Depois, ela volta a aumentar,
alcança novamente os níveis de vigília, mas os músculos, com exceção dos
que envolvem os olhos, continuam sem movimento. É o sono REM (rapid eyes movement) que coincide com o período dos sonhos. Essa fase dura apenas alguns minutos e a atividade cai outra vez.
O sono evolui em ciclos: fases de ondas rápidas que se alternam com
fases de ondas bem lentas. Em média, ocorrem cinco ou seis fases de 70 a
110 minutos cada durante o período de sono, findo o qual o cérebro
volta a funcionar dando início a uma nova fase de vigília.
Algumas pessoas apresentam a arquitetura do sono completamente
desestruturada. Umas demoram muito para dormir, outras dormem
imediatamente depois que se deitam, mas acordam duas ou três horas mais
tarde e custam a conciliar novamente o sono. Há, ainda, as que dormem
direto, mas acordam muito antes da hora prevista.
Esses distúrbios do sono a que chamamos de insônia são muito
frequentes e todos passamos por períodos em que dormimos mal por algum
motivo. Entretanto, quando a alteração do sono se torna permanente,
requer cuidados profissionais especializados.
informações de: http://drauziovarella.com.br/
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Apneia obstrutiva do sono (SAOS)
Apneia obstrutiva do sono (SAOS) é uma parada
respiratória provocada pelo colabamento das paredes da faringe. O
distúrbio ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo
e roncando. Para ser mais exato, durante as crises, ela para de roncar
por causa
do bloqueio da passagem de ar pela faringe.
A repetição dos episódios de apneia tem como consequência a menor oxigenação do sangue, o que pode redundar em danos ao organismo.
No adulto, as principais características do distúrbio são: 1) suspensão da respiração por 10 segundos em cinco ou mais episódios por hora de sono, 2) redução dos níveis de oxigênio no sangue. Nas crianças, bastam 2 ou 3 segundos de parada respiratória para o sangue dar sinais de falta de oxigênio.
A apneia obstrutiva do sono atinge mais os homens obesos de meia-idade. A enfermidade pode causar ou agravar quadros de doenças cardiovasculares, como hipertensão arterial sistêmica, arritmias, infartos e insuficiência cardíaca congestiva. Muitas vezes, o tratamento da apneia é suficiente para redução e controle da pressão arterial.
Fatores agravantes
Alguns fatores contribuem para o aparecimento do ronco e da apneia:
* Amídalas e adenoides muito grandes;
* Obstrução crônica do nariz por causa de tumores, desvio de septo, pólipos nasais e hipertrofia dos cornetos;
* Dormir de barriga para cima;
* Queixo projetado um pouco para trás, que faz recuar a base da língua,
* Álcool, tabaco, medicamentos à base de benzodiazepínicos e refluxo gastroesofágico;
* Obesidade, porque favorece a infiltração de gordura na
faringe.
O sinergismo entre esses fatores potencializa a tendência para o estreitamento da faringe e para a apneia.
Sintomas
São sintomas da apneia obstrutiva do sono: ronco, sono agitado, falta de disposição e sonolência durante o dia, dor de cabeça, perturbação da memória, da atenção e da concentração, tendência à depressão, hipertensão, arritmias cardíacas e, especialmente, inúmeros microdespertares dos quais o portador do distúrbio pode lembrar-se ou não. Se chega a acordar por si mesmo, o faz por duas razões: o esforço que despende para respirar e a hipoxemia, que alerta seu cérebro sobre a falta de oxigênio.
Diagnóstico
Além do relato das pessoas que convivem com os portadores da apneia obstrutiva do sono, a avaliação médica e a polissonografia, exame para mapear o comportamento durante o sono, são dados importantes para fechar o diagnóstico.
A aplicação do Questionário Clínico de Berlin e da Escala de Sonolência de Epworth ajuda a identificar pessoas com risco de serem portadoras de SAOS.
Tratamento
O tratamento é sempre multidisciplinar e varia de acordo com a gravidade do caso. O primeiro recurso terapêutico é tentar reduzir os fatores agravantes da SAOS.
Para tanto, o paciente precisa:
* Combater as causas da obstrução nasal e do refluxo gastroesofágico;
* Perder peso;
* Dormir de lado;
* Evitar o uso de bebidas alcoólicas, calmantes, relaxantes musculares e cigarro algumas horas antes de dormir.
Se essas medidas não forem suficientes, pode-se recorrer, ainda, ao uso de próteses orais que evitam a queda da língua para trás, e aos CPAPs, máscaras especiais que mantêm pressão positiva e contínua sobre as vias aéreas, evitando sua obstrução. Há situações, porém, em que cirurgias ou cauterizações se fazem necessárias para corrigir os elementos que geram a obstrução, como os que estão associados às alterações das amídalas e adenóides.
Recomendações
* A adoção de medidas simples pode ajudá-lo a dormir melhor e a evitar as crises de apneia. Veja alguns exemplos:
* Procure estabelecer e respeitar os horários de deitar e levantar;
* Evite ingerir substâncias que contenham cafeína;
* Não fume pelo menos nas 4 ou 5 horas que antecedem o momento de ir para a cama;
* Não exagere no uso de bebidas alcoólicas, nem faça refeições pesadas antes de deitar.
informações de: http://drauziovarella.com.br/
A repetição dos episódios de apneia tem como consequência a menor oxigenação do sangue, o que pode redundar em danos ao organismo.
No adulto, as principais características do distúrbio são: 1) suspensão da respiração por 10 segundos em cinco ou mais episódios por hora de sono, 2) redução dos níveis de oxigênio no sangue. Nas crianças, bastam 2 ou 3 segundos de parada respiratória para o sangue dar sinais de falta de oxigênio.
A apneia obstrutiva do sono atinge mais os homens obesos de meia-idade. A enfermidade pode causar ou agravar quadros de doenças cardiovasculares, como hipertensão arterial sistêmica, arritmias, infartos e insuficiência cardíaca congestiva. Muitas vezes, o tratamento da apneia é suficiente para redução e controle da pressão arterial.
Fatores agravantes
Alguns fatores contribuem para o aparecimento do ronco e da apneia:
* Amídalas e adenoides muito grandes;
* Obstrução crônica do nariz por causa de tumores, desvio de septo, pólipos nasais e hipertrofia dos cornetos;
* Dormir de barriga para cima;
* Queixo projetado um pouco para trás, que faz recuar a base da língua,
* Álcool, tabaco, medicamentos à base de benzodiazepínicos e refluxo gastroesofágico;
* Obesidade, porque favorece a infiltração de gordura na
faringe.
O sinergismo entre esses fatores potencializa a tendência para o estreitamento da faringe e para a apneia.
Sintomas
São sintomas da apneia obstrutiva do sono: ronco, sono agitado, falta de disposição e sonolência durante o dia, dor de cabeça, perturbação da memória, da atenção e da concentração, tendência à depressão, hipertensão, arritmias cardíacas e, especialmente, inúmeros microdespertares dos quais o portador do distúrbio pode lembrar-se ou não. Se chega a acordar por si mesmo, o faz por duas razões: o esforço que despende para respirar e a hipoxemia, que alerta seu cérebro sobre a falta de oxigênio.
Diagnóstico
Além do relato das pessoas que convivem com os portadores da apneia obstrutiva do sono, a avaliação médica e a polissonografia, exame para mapear o comportamento durante o sono, são dados importantes para fechar o diagnóstico.
A aplicação do Questionário Clínico de Berlin e da Escala de Sonolência de Epworth ajuda a identificar pessoas com risco de serem portadoras de SAOS.
Tratamento
O tratamento é sempre multidisciplinar e varia de acordo com a gravidade do caso. O primeiro recurso terapêutico é tentar reduzir os fatores agravantes da SAOS.
Para tanto, o paciente precisa:
* Combater as causas da obstrução nasal e do refluxo gastroesofágico;
* Perder peso;
* Dormir de lado;
* Evitar o uso de bebidas alcoólicas, calmantes, relaxantes musculares e cigarro algumas horas antes de dormir.
Se essas medidas não forem suficientes, pode-se recorrer, ainda, ao uso de próteses orais que evitam a queda da língua para trás, e aos CPAPs, máscaras especiais que mantêm pressão positiva e contínua sobre as vias aéreas, evitando sua obstrução. Há situações, porém, em que cirurgias ou cauterizações se fazem necessárias para corrigir os elementos que geram a obstrução, como os que estão associados às alterações das amídalas e adenóides.
Recomendações
* A adoção de medidas simples pode ajudá-lo a dormir melhor e a evitar as crises de apneia. Veja alguns exemplos:
* Procure estabelecer e respeitar os horários de deitar e levantar;
* Evite ingerir substâncias que contenham cafeína;
* Não fume pelo menos nas 4 ou 5 horas que antecedem o momento de ir para a cama;
* Não exagere no uso de bebidas alcoólicas, nem faça refeições pesadas antes de deitar.
informações de: http://drauziovarella.com.br/
O que causa a insônia? O que fazer para que a insônia diminua?
Causa
A insônia pode ter causas orgânicas e psíquicas. Pesquisas apontam a
produção inadequada de serotonina pelo organismo e o estresse provocado
pelo desgaste quotidiano ou por situações-limite como causas mais
importantes.
Recomendações:
Algumas mudanças simples no estilo de vida podem ajudar a combater a insônia, mesmo quando ela for crônica:
* Limite o consumo de cafeína presente no café, chás, colas,
chocolates, etc. Até a cafeína usada como ingrediente de alguns
alimentos pode prejudicar o sono das pessoas mais sensíveis;
* Converse com seu médico sobre os remédios que esteja usando. Certos
medicamentos descongestionantes podem ser tão estimulantes quanto a
cafeína;
* Exercite-se regularmente, mas não perto da hora de dormir.
Atividade física regular é essencial para quem sofre de ansiedade e
ajuda a dormir melhor. No entanto, a prática de exercícios vigorosos à
noite pode atrapalhar o sono;
* Estabeleça uma rotina para seu horário de dormir e de despertar. O
relógio biológico responde melhor se habituado a horários regulares.
Mesmo nos finais de semana, tente manter o esquema estabelecido para os
dias úteis;
* Procure relaxar antes de ir para cama. Ouça música, leia um pouco,
converse, assista a um filme. Lembre-se de que, depois de uma noite de
sono reparador, as soluções para os problemas podem fluir melhor. Se
nada disso resolver, vale a pena buscar ajuda profissional;
* Use técnicas de relaxamento. Progressivamente contraia e relaxe
todos os músculos do corpo, começando pelos dedos dos pés e terminando
na face. Massageie suavemente o couro cabeludo. Tente visualizar uma
cena ou paisagem que lhe traga satisfação;
* Tome um banho morno. Deixe a água escorrer pelo corpo durante algum tempo, pois isso ajuda a relaxar os músculos tensos;
* Tome um copo de leite morno. O leite contém o aminoácido triptofano, que relaxa os músculos e induz o sono;
* Experimente ingerir chás à base de ervas como camomila, erva-doce,
erva-cidreira, etc. Eles têm sido usados há séculos por pessoas que
garantem sua ação relaxante;
* Certifique-se de que não há claridade no quarto e a temperatura é
agradável. Mesmo pouca luz pode atrapalhar o sono de algumas pessoas.
* Use protetores nos ouvidos, se o barulho incomoda e não há como eliminá-lo;
* Escolha o colchão adequado para seu peso e altura. Colchões muito macios ou muito duros são contra-indicados;
* Reserve a cama somente para dormir e para relações íntimas. Evite ler, ver TV, trabalhar e conversar no quarto;
* Relações sexuais são relaxantes. Após o orgasmo, as pessoas tendem a ficar sonolentas;
* Levante-se, se não conseguiu dormir depois de trinta minutos
deitado. Ficar na cama acordado pode aumentar a ansiedade, a irritação
e, conseqüentemente, a insônia. Procure distrair-se com alguma atividade
tranqüila e depois, mais cansado, volte para a cama e tente dormir.
Repita o esquema, se necessário. Usando essa técnica, muitas pessoas
conseguem reverter o processo.
Insônia crônica requer avaliação profissional. É indispensável
descobrir o que está causando essa dificuldade para dormir, pois a
ausência do sono reparador pode prejudicar a saúde física e mental dos
indivíduos. Por isso, não é à toa que torturadores impedem que o acusado
durma quando querem arrancar deles uma confissão.
informações de: http://drauziovarella.com.br/
A ciência do bom sono.
Os especialistas dizem
o que já foi comprovado sobre aquilo que mais circula
no senso comum
Dormir de barriga cheia é
ruim?
O
que diz a ciência: verdade.
O processo digestivo estimula a produção
de insulina, hormônio que favorece o estado de alerta
– e não o sono |
Ilustrações
ROB
|
Um copo de
leite quente antes de deitar favorece
uma boa noite de sono?
O que diz
a ciência: às
vezes. O leite possui triptofano, aminoácido
que estimula um neurotransmissor, a serotonina, atuante
na região do cérebro relacionada ao sono.
A questão é que nem sempre o triptofano é absorvido pelo organismo. Depende, basicamente, da combinação com outros alimentos que a pessoa ingeriu e do nível de açúcar no sangue |
Dormir com
a luz acessa atrapalha?
O
que diz a ciência: verdade.
A luz estimula certos receptores na retina que, por meio de fibras nervosas, enviam ao cérebro a mensagem de que ele deve permanecer em estado de vigília. |
Exercícios
físicos noturnos prejudicam o sono?
O
que diz a ciência: verdade.
Os exercícios estimulam a produção de adrenalina, hormônio que contribui para o estado de alerta. Também fazem aumentar a temperatura do corpo justamente num momento em que ele deveria estar perdendo calor. Isso dificulta a chegada do sono |
Banho quente
ajuda a pegar no sono?
O
que diz a ciência: verdade.
A água quente provoca uma dilatação dos vasos sanguíneos e, como conseqüência disso, o corpo perde calor – situação ideal para o sono
Revista: Veja
|
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